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quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Looks x sapatos

Eu sempre bato na tecla de como um detalhe pode melhorar um derrubar uma imagem e hoje não será diferente. Você monta a sua roupa inteira, faz uma combinação linda, com acessórios ótimos, mas deixa a desejar em um elemento fundamental: os sapatos.

As mulheres são apaixonadas por eles, sempre compram vários, e a maioria nunca acha que as dezenas de pares que possui são suficientes, mas muitas ainda derrapam na hora de combiná-los.

Não se preocupe! Algumas gafes mais comuns são fáceis de evitar.

Por exemplo, a brasileira peca muito pela informalidade excessiva. Mesmo que uma propaganda tente te convencer do contrário, chinelos de borracha são apenas isso: chinelos. Isto posto, seu uso não é conveniente em festas e eventos noturnos que requeiram o mínimo de elaboração com relação ao visual.

Ainda sobre o excesso de informalidade, sou obrigada a abordar um divisor de opiniões: Crocs. Por mim, as pessoas maiores de 13 anos limitariam seu uso à sua casa, ou no máximo, à praia. Mas eu entendo que algumas pessoas gostam do modelo e não querem abrir mão do conforto que dizem proporcionar. Então gostaria de propor apenas algumas sugestões para que seu uso seja o mínimo inapropriado possível:

- Use sempre os dois crocs da mesma cor. Por incrível que pareça, eu já vi pessoas usando o par em cores diferentes por aí - e não me refiro só ao Dado Dolabella em algum reveillon de anos atrás.

- Seu uso é aceitável apenas em ambientes extremamente casuais e esportivos. Em ocasiões mais formais eles devem permanecer bem trancados no seu armário.

- Esteticamente falando, ficam melhores coordenados com calças mais largas ou shortinhos mais curtos, mas o resultado com leggings, skinnies e afins já não é o mesmo.

Sobre o uso de tênis, prefiro dizer apenas que alguns modelos foram feitos para a prática esportiva e não para transitar fora das academias ou do calçadão.

Se a informalidade é excessiva, a atenção às proporções às vezes é deixada de lado. Quando vestimos uma saia ou bermuda que cubra o corpo até o joelho, ou mesmo abaixo, botas, sandálias de tiras no tornozelo ou qualquer sapato fechado ou com gáspea mais alta só farão com que nossas pernas pareçam mais curtas e largas.

Outro equívoco recorrente é o uso de shortinhos curtos e justos e bem esportivos com sapatos de salto alto e em materiais mais elegantes. High-low é um dos temas mais falados em moda nos últimos anos, mas existe uma linha que não se pode cruzar. Quando você combina shortinhos jeans curtos e justos com scarpins de bico fino e salto 15, esta linha foi cruzada.

Mas às vezes o modelo é bonito, adequado ao corpo e à ocasião, em sintonia com o resto da roupa e o resultado ainda não é o esperado. A sutileza do problema pode estar no tamanho (número maior ou menor apenas porque o sapato era lindo) e o conforto (salto muito alto, material que corta e caleja o calcanhar) que comprometem o resultado, pois deixam o andar deselegante.

Érica Minchin trabalha com pesquisa, criação e desenvolvimento de produtos em moda e ministra cursos e palestras sobre imagem e tendências. Ela ensina que aparência é a ferramenta de comunicação não-verbal mais poderosa e estimula explorar as melhores maneiras de fazer uso dela. Contato: contato@ericaminchin.com

Retirado de VilaMulher

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Malhação na livraria

Seis dicas de leituras para combater o sedentarismo, estimular a corrida ou potencializar os treinos de ginástica e musculação

Na dúvida entre a musculação, corrida ou ginástica, comece exercitando o cérebro. Entender as estratégias usadas por especialistas para definir o corpo ou eliminar gordura, por meio dos livros, pode servir de estímulo ao propósito de combater o sedentarismo, ou, no mínimo, potencializar os treinos.

Nas livrarias, a autoajuda da saúde faz sucesso. Não raro, ocupam lugar fixo na lista dos mais vendidos. Apropriar-se de experiências alheias para conseguir o tão desejado corpo saudável, ou encontrar uma modalidade pra chamar de sua, pode ser um passo com pouco gasto calórico, mas muito eficaz no longo prazo. O Delas separou seis dicas para incentivar a leitura, e a atividade física.

1) Treino para mulheres

Com um recorte mais especifico, o é um desafio datado para mulheres que desejam diminuir medidas e exibir músculos definidos. Para elaborar o material, o personal trainer José Alexandre Filho, considerou as constantes mudanças e alterações hormonais no corpo feminino. A proposta é transformar o copo em 16 semanas, seguindo à risca um projeto que combina musculação com exercícios aeróbicos. A auto-ajuda fica por conta da história de Fernanda, personagem principal do livro, que encarou os treinos detalhados e depõe em favor da transformação.

Treino para mulheres
José Alexandre Filho e Deborah Bresser
Editora Lua de papel

2) BOA FORMA em 15 minutos

O livro Ginástica Express oferece uma aula caseira de atividade física. A leitura é acompanhada de um DVD com informações e orientações para corrigir a postura, e combater o sedentarismo.

Ao longo dos DVDs aparecem na tela referências às páginas dos livros, onde estão instruções mais detalhadas. As imagens dos DVDs, filmadas de diversos ângulos e acompanhadas de narração e música (opcional), mostram em detalhes a correta execução de cada movimento.

Nos livros, fotos mostram passo a passo a execução dos exercícios e apontam partes do corpo que precisam de atenção especial. Ao final de cada série, um encarte resume todos os movimentos e tenta responder às perguntas mais freqüentes sobre o tema. O material também oferece opções para montar um programa de exercícios mais intenso, e dicas para manter a motivação e aperfeiçoar o desempenho.

BOA FORMA em 15 minutos
Autora: Suzanne Martin
Editora Marco Zero

3) Nascido para correr

Nascido para correr – a experiência de descobrir uma nova vida – é um grande sucesso nos Estados Unidos. A historia do jornalista Christopher McDougall permaneceu durante um ano na lista de livros mais vendidos do jornal The New York Times.

O livro conta a história desconhecida de um povo que habita a região de encostas e cânions, inacessíveis na fronteira mexicana com os Estados Unidos. Eles são os melhores corredores do mundo, superando em muitas vezes a resistência de maratonistas experientes. Com a maior naturalidade, correm distâncias enormes, em condições inacreditáveis para qualquer atleta de elite.

O problema é que – apesar de viver em perfeita harmonia entre seus membros – não gostam da visita de estranhos que quebrem seus ritmos de vida. Para conseguir o contato e a confiança dos Tarahumara, McDougall precisou superar as barreiras físicas e ideológicas dos narcotraficantes da região.

Escrito numa linguagem dinâmica, o livro oferece uma grande aventura aliada a questionamentos pessoais, possivelmente incorporados ou desafiadores aos aspirantes a atletas: até onde pode levar uma corrida?

Nascido para correr – a experiência de descobrir uma nova vida
Editora Globo
Autor: Christopher McDougall

4) Correr é Fácil

O livro Correr é fácil oferece um programa de corrida leve, com avanços graduais. Funciona como uma espécie de guia para novos atletas. Sem deixar de lado a experiência alheia como gatilho motivador, as paginas ainda oferecem depoimentos de pessoas saudáveis que atingiram a boa forma e de outras que superaram problemas emocionais com a ajuda da atividade.

O material ainda inclui um diário de corrida para acompanhar o progresso e atingir maiores distâncias, além de uma sequência de exercícios físicos para o aquecimento e desaquecimento antes e depois do treino.

Correr é fácil
Editora Marco Zero
Autoras: Susie Whalley e Lisa Jackson

5) Para Começar a Praticar Musculação
Guia Introdutório Exclusivo Para Você Entrar em Forma

Para Começar a Praticar Musculação traz informações para o leitor fazer uma auto-avaliação e estabelecer metas para o condicionamento físico. O livro apresenta um programa com níveis de treinamento que vão desde o estágio iniciante até o avançado, combinando trabalho cardiovascular e de resistência muscular.

Sem perder o gancho da estética e nutrição, o material ainda oferece informações sobre dieta e alimentação e s roupas mais adequadas para o melhor aproveitamento da prática de musculação.

Para Começar a Praticar Musculação - Guia Introdutório Exclusivo Para Você Entrar em Forma
Autor: Natasha Wolek
Editora Publifolha

6) O segredo do corpo perfeito
Em 220 perguntas que você gostaria de fazer

Livro oferece 200 respostas para questões relacionadas a alimentação e atividade física. A proposta é quebrar mitos e apresentar verdades relacionadas ao tema. Sugere mudanças de hábitos, e inúmeras dicas para transformar o corpo. Elaborado pela atleta e miss Fitness, Valéria Aprobato, o material tem um forte apelo à pratica da musculação.

O segredo do corpo perfeito
Autora: Valéria Aprobato
Editora Phorte

Retirado de Delas.IG

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

O fim da celulite está próximo

Supermáquina contra a celulite

A tecnologia anda cada vez mais avançada no combate à celulite. Não faltam no mercado aparelhos e técnicas que ajudam a desaparecer com aquele visual casca de laranja da pele. A novidade que está sendo testada agora na Europa e Canadá foi batizada com o nome de LipoSonix.

Trata-se de um ultrassom focado de alta intensidade que destrói os depósitos de gordura localizada sem danificar a pele. Dizem que atualmente essa máquina é a mais eficiente do mercado, pois com apenas uma única sessão é possível se obter bons resultados. Por enquanto, a Anvisa não liberou sua entrada no Brasil, mas as previsões é que chegue por aqui em 2011.

Enquanto o Liposonix não chega, o queridinho da vez (e já presente e aprovado no país) é mesmo o Smooth Shape, que associa o laser diodo (que estimula a circulação) com uma luz infravermelha, que destrói a gordura lá dentro das células. Mas não é só isso, com um sistema de roletes e massagem (a vácuo), ele realiza algo parecido com uma drenagem linfática estimulando a produção de colágeno e deixando a pele mais firme e macia. Com exceção das mulheres grávidas, ele não tem contraindicação.

Quanto tempo dura? 20 minutos cada sessão.

Dor: Não causa nenhum tipo de dor ou dano à pele

Resultados: Eles começam a aparecer depois da quarta sessão. São indicadas 12 sessões.

Preço: 300 reais por sessão

Serviço: No site oficial do Smoothshapes, eles indicam o profissional capacitado mais próximo de sua residência. http://www.smoothshapes.com.br/

Fonte: SuaPele

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Cronobiograma feminino

1 aos 5 anos:
A mulher não tem a mínima idéia do que ela seja.

5 aos 10 anos:
Sabe que é diferente dos meninos, mas não entende porquê.

10 aos 15 anos:
Sabe exatamente por que é diferente, e começa a tirar proveito disso.

25 aos 30 anos:
Nessa fase formam 5 grupos distintos:

1 - As que casaram por dinheiro descobrem que dinheiro não é tudo na vida, sentem falta de uma paixão..

2 - As que casaram por amor descobrem que paixão não é tudo na vida, sentem falta do dinheiro.

3 - As que não casaram não importa o dinheiro e a paixão, sentem falta mesmo é de um homem.

4 - As que simplesmente casaram não entendem por que casaram.

5 - As inteligentes descobrem que ter inteligência não é tudo na vida.

30 aos 35 anos:
Sabe exatamente onde errou e tinge o cabelo de loiro. Vai para academia.

35 aos 40 anos:
Procura ajuda espiritual.

40 aos 45 anos:
Abandona a ajuda espiritual e procura ajuda médica, com analistas e cirurgiões plásticos.

45 aos 50 anos:
Graças aos cirurgiões sua bunda e barriga voltaram ao normal, seus peitos ficaram melhores do que eram e explode uma paixão pelo seu analista.

Após os 50 anos
FINALMENTE SE DESCOBRE, SE ACEITA E COMEÇA A VIVER !!!!

...Mas, aí vêm a osteoporose e o reumatismo e ferra tudo.

Autor - Luiz Fernando Verissimo

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Os segredos das mulheres francesas

Elas são charmosas, poderosas e donas de um sex appeal imbatível

A americana Debra Ollivier viveu durante dez anos na França, onde se casou com um francês e teve dois filhos. Nesse período, colaborou como jornalista para diversas publicações americanas, que insistiam em idolatrar o estereótipo das mulheres francesas. Curiosa, Debra resolveu investigar. O resultado pode ser conferido no divertido livro “O Que as Mulheres Francesas Sabem” (Editora Planeta) no qual explica o que é esse tal de "je ne sais quoi" que as francesas têm.

Dez coisas que as mulheres francesas sabem sobre amor, sexo e atração

1. As mulheres francesas não acham que as coisas se encaixem perfeitamente, como em uma caixa. Possibilidades românticas não têm que ser corretas e seguras. O desejo pode ser mais importante do que útil. A experiência pode ser mais importante do que o desfecho.

2. As mulheres francesas preferem reciprocidade e complementaridade, mais que igualitarismo.

3. Na França, as mulheres não brincam com flores ponderando o amor em “bem-me-quer, mal-me-quer”. Elas pensam em graus de paixão, não no amor absoluto, e preferem avaliar: ele me ama pouco; muito; apaixonadamente; loucamente; nem um pouco...

4. A francesa não se importa em ser amada como todas as outras mulheres. Elas têm o desejo de "tudo para todos" e conhecem a arte de não dar a mínima para o que os outros pensam.

5. As mulheres francesas abraçam as contradições. Elas podem ser femininas e feministas, sensuais e tradicionais, clássicas e libertinas, submissas e fortes, compatíveis e desafiadoras.

6. São adultas e não acreditam na juventude eterna. Você nunca verá uma francesa vestindo uma camiseta que diz "A vida começa aos setenta anos", simplesmente porque não começa.

7. Elas entendem que sexo seguro é possível, mas amor seguro, não!

8. As mulheres francesas não acreditam em experts, gurus do amor, livros e técnicas para encontrar o amor. Elas não gostam de regras.

9. Para as francesas, as expressões "alma gêmea" e "felizes para sempre" não existem.

10. Elas sabem cultivar seus jardins e acreditam nos atributos sedutores do "eu interior". Para elas, ser inteligente é sexy.

Fonte: Delas.IG

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Um homem Inteligente Falando das Mulheres

O desrespeito à natureza tem afetado a sobrevivência de vários seres e entre os mais ameaçados está a fêmea da espécie humana. Tenho apenas um exemplar em casa,que mantenho com muito zelo e dedicação, mas na verdade acredito que é ela quem me mantém. Portanto, por uma questão de auto-sobrevivência, lanço a campanha 'Salvem as Mulheres!'. Tomem aqui os meus poucos conhecimentos em fisiologia da feminilidade a fim de que preservemos os raros e preciosos exemplares que ainda restam:


Habitat
Mulher não pode ser mantida em cativeiro. Se for engaiolada, fugirá ou morrerá por dentro. Não há corrente que as prenda e as que se submetem à jaula perdem o seu DNA. Você jamais terá a posse de uma mulher, o que vai prendê-la a você é uma linha frágil que precisa ser reforçada diariamente.

Alimentação correta
Ninguém vive de vento. Mulher vive de carinho. Dê-lhe em abundância. É coisa de homem, sim, e se ela não receber de você vai pegar de outro. Beijos matinais e um 'eu te amo' no café da manhã as mantém viçosas e perfumadas durante todo o dia. Um abraço diário é como a água para as samambaias. Não a deixe desidratar. Pelo menos uma vez por mês é necessário, senão obrigatório, servir um prato especial.

Flores
também fazem parte de seu cardápio - mulher que não recebe flores murcha rapidamente e adquire traços masculinos como rispidez e brutalidade.

Respeite a natureza
Você não suporta TPM? Case-se com um homem. Mulheres menstruam, choram por nada, gostam de falar do próprio dia, discutir a relação? Se quiser viver com uma mulher, prepare-se para isso.

Não tolha a sua vaidade
É da mulher hidratar as mechas, pintar as unhas, passar batom, gastar o dia inteiro no salão de beleza, colecionar brincos, comprar muitos sapatos, ficar horas escolhendo roupas no shopping. Entenda tudo isso e apoie.

Cérebro feminino não é um mito
Por insegurança, a maioria dos homens prefere não acreditar na existência do cérebro feminino. Por isso, procuram aquelas que fingem não possuí-lo (e algumas realmente o aposentaram!). Então, agüente mais essa: mulher sem cérebro não é mulher, mas um mero objeto de decoração. Se você se cansou de colecionar bibelôs, tente se relacionar com uma mulher. Algumas vão lhe mostrar que têm mais massa cinzenta do que você. Não fuja dessas, aprenda com elas e cresça. E não se preocupe, ao contrário do que ocorre com os homens, a inteligência não funciona como repelente para as mulheres.

Não faça sombra sobre ela
Se você quiser ser um grande homem tenha uma mulher ao seu lado, nunca atrás. Assim, quando ela brilhar, você vai pegar um bronzeado. Porém, se ela estiver atrás, você vai levar um pé-na-bunda.

Aceite
Mulheres também têm luz própria e não dependem de nós para brilhar.O homem sábio alimenta os potenciais da parceira e os utiliza para motivar os próprios. Ele sabe que, preservando e cultivando a mulher, ele estará salvando a si mesmo.

E o principal meu amigo, se você acha que mulher é caro demais, vire gay. Só tem mulher quem pode!

Autor: Luís Fernando Veríssimo (não verificado)

Marketing do amor: estratégias que ajudam na conquista

O marketing pessoal aplicado nos relacionamentos ajuda a traçar uma estratégia eficiente para as conquistas amorosas; conheça algumas recomendações:

Venda-se corretamente
Sabe aquela amiga linda, legal e inteligente que não consegue conquistar ninguém? Talvez ela esteja precisando de algumas aulas de vendas. O mais importante nessa regra é o empenho na construção de uma imagem bacana, positiva e confiante. “Se ela tiver um belo sorriso e brilho nos olhos, todo mundo vai querer”, diz Edmundo Vieira Cortez, autor do livro “A Magia do Marketing Pessoal” (Editora Alaúde).

Foco total no objetivo
Antes de agir é importante estabelecer o seu foco, ou seja, o objetivo. O que você quer? Um namorado, um relacionamento informal, uma relação que pode virar casamento? Com essa questão clara, você define o seu posicionamento e com qual tipo de homem vale sair no sábado à noite. Outra dica: atirar para todos os lados é ruim. A energia dispensada poderá resultar em quantidade de pretendentes, mas não em qualidade. Resultado: várias ligações que você não quer atender e recados indesejáveis no Orkut.

Defina o "target"
O “target” é o seu alvo, um parceiro em potencial. É hora de definir qual o tipo de homem te interessa: características físicas, intelectuais, valores e sonhos. Desejar o “príncipe encantado” é inevitável, mas reconhecer e valorizar o “homem real” é o caminho mais eficiente para encontrar pessoas legais e “possíveis”. Faça uma relação das qualidades mais importantes para você no homem e - seja realista - liste também os defeitinhos aceitáveis e inaceitáveis.

Posicionamento coerente
Parece boicote, mas muitas vezes agimos em desacordo com os nossos objetivos. Por isso, é bom ficar atenta. Por exemplo, a garota que só quer curtir não deve alimentar os sentimentos do rapaz romântico. Em contrapartida, as que sonham com uma vida estável devem fugir dos “problemáticos em crise”. O que você faz na companhia deles também dá pistas de suas direções na vida; você deve estar em harmonia com o seu "target".

Defina a praça
Onde estão os homens que te interessam para uma relação? É lá que você deverá ir sempre que estiver disposta a conquistar. Esperar encontrar alguém interessante em um ambiente que não combine com o perfil do “target” é acreditar demais na sorte. Por exemplo, não adianta cair na balada se o “público alvo” frequenta bares sóbrios e sofisticados. Para esse perfil, Heverton Anunciação, especialista em marketing nos relacionamentos, dá a dica: “É melhor gastar todo o dinheiro de uma vez a cada 15 dias lá [no tal bar caro] do que ir sempre a lugares que não dão em nada”, avalia.

Atitude positiva
Todo mundo sabe que ninguém gosta de gente negativa. Por isso, aborde assuntos legais, conte histórias divertidas e mostre o quanto você é interessante. Excesso de lamentações, reclamações sobre o trabalho e família afastam qualquer pretendente. “Seja uma pessoa bem humorada e amiga, que se importa também com a felicidade das pessoas ao seu redor. Assim as pessoas virão até você”, diz Anunciação, que também assina o livro “Viva Finais Felizes” (Editora Elevação).

Cuide da embalagem
O corpo é sua caixa. O produto pode ser ótimo por dentro, mas se a apresentação for ruim ninguém vai parar os olhos no rótulo – afinal, não é isso que você espera dos homens também? Você não precisa pirar na malhação e comprar dúzias de roupas novas, a dica aqui é simples: valorizar os pontos fortes. Mas lembre-se que a embalagem não significa "satisfação do cliente", ela só tem impacto em curto e médio prazo.

Sintonia é tudo!
Achou o cara? Bacana! É hora de conquistá-lo. Uma passada pelos perfis dele nas redes sociais ajuda no levantamento de mais detalhes: ele é romântico, introspectivo ou sonhador? Qual tipo de música gosta? Prefere praia, cinema ou balada? Descubra interesses em comum e quebre o gelo na próxima conversa. Ressalte suas afinidades de forma discreta e quase casual. Para jogar charme, siga a dica de Cortez: “Faça os mesmo gestos, fale no mesmo tom que ele. Isso ajuda na aproximação”, recomenda.

Invista no pós-venda
Um bom serviço de pós-venda é o que fideliza o cliente, ou seja, mantém o parceiro interessado. “Pós-venda é o que fará durar. Homens e mulheres falam que são ótimos na conquista, mas esquecem de manter isso depois”, diz Heverton sobre os casais acomodados. Por isso, mantenha o bom astral, invente programas bacanas, elogie as boas atitudes, capriche no visual e, sobretudo, seja muito feliz ao lado de quem você ama.

Fonte: Delas.IG

domingo, 22 de agosto de 2010

Salto plataforma é pior que o agulha

O salto plataforma pode ser o preferido das mulheres por causa do conforto, mas ele é mais prejudicial à circulação das pernas que o salto agulha. A afirmação é feita pelo cirurgião vascular Wagner Tedeschi Filho, pesquisador da USP que analisou a influência da altura e do tipo de salto na circulação das pernas femininas.

A pesquisa teve duas fases. Em uma delas, o médico avaliou 30 voluntárias saudáveis, com idade entre 20 e 35 anos. Cada uma repetiu o mesmo exame quatro vezes: usando um salto plataforma de 7 cm, um agulha de 7 cm, um de 3,5 cm e descalça. O resultado, conta Tedeschi, mostrou que todos os saltos maiores de 3,5 cm são prejudiciais à circulação, podendo causar varizes, vasinhos, flebites (inflamação da parede de uma veia) e inchaço.

Até aí, o resultado não causa espanto. O que tornou o plataforma vilão das pernas bonitas foi o resultado do exame que media o volume residual venoso. Enquanto o percentual considerado normal desta taxa é 35%, após o uso da plataforma as mulheres tiveram taxa média de 59%. No caso do salto agulha, o percentual foi de 56%. Já o salto mais baixo, de 3,5 cm, apresentou volume residual venoso de 49%.

“O estudo mostrou que o salto alto compromete a contração da panturrilha, que funciona como uma ‘bomba’ na perna. A quantidade de sangue represado na perna aumenta para saltos maiores de 3,5 cm”, diz Tedeschi. Esse "represamento" é o volume residual venoso, responsável pelo surgimento das varizes.

Para entender de que forma o salto compromete a circulação e influencia o percentual do volume residual, é preciso entender a diferença entre o sangue arterial e o venoso.

O arterial, explica Tedeschi, sai do coração “limpo” e vai “abastecer” de oxigênio as extremidades do corpo, no caso, as pernas. O sangue venoso é o inverso: ele sai das extremidades do corpo, é pobre em oxigênio – que já foi distribuído – e segue em direção ao coração. Se no meio do caminho ele encontra as veias contraídas pela panturrilha, observa o médico, vai ocorrer o acúmulo de sangue, sobrecarregando as veias.

Daí para frente, surgem as consequências que as mulheres conhecem bem: vasinhos, inchaço, varizes, dor e sensação de peso nas pernas.

Segundo Tedeschi, o salto plataforma é mais prejudicial à circulação justamente por apoiar melhor o pé, o que é responsável pelo conforto. Esse “abraço” nos pés femininos compromete a circulação do sangue venoso, que já enfrenta a força da gravidade no percurso em direção ao coração.

Pesquisa inédita

Segundo o cirurgião vascular Wagner Tedeschi Filho, estudiosos do Brasil já realizaram várias pesquisas sobre o uso de salto alto. O diferencial desta, diz o médico, é o uso da pletismografia a ar completo, tendo como base protocolos internacionais de pesquisa, válidos no mundo inteiro.

“O resultado dá embasamento para orientação de pacientes em consultório, pois muitas se queixam de dor e perguntam sobre o uso de salto alto.”

Fonte: G1

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Por que a feiura pesa mais sobre a mulher?

Olhe bem para Hebe Camargo. Ela não é exatamente uma Gisele Bündchen. Nem poderíamos exigir tanto da apresentadora octogenária. Mas Hebe Camargo, com suas madeixas louras, seus diamantes de infinitos quilates e os figurinos muito bem assinados, tem boa aparência. Com as devidas “proporções”, qualidade tão citada nos classificados dos jornais. Exige-se boa aparência para recepcionistas, babás e por aí vai. O mesmo não acontece com motoristas e porteiros. Basicamente porque mulher, mesmo se for competente, precisa ser bonita. E homens, bem, até os mais feios são considerados, no mínimo, interessantes.

Atualmente, enquanto a mulher se torna “velha” e “feia”, homens nem tão bonitos nem tão jovens ganham compensações como “calvo, porém charmoso”, “barrigudo, mas sexy”. O músico Marcelo Camelo e o ator Adrien Brody são os reis dos feios-bonitos. Numa eleição informal (leia box), eles ganharam a briga. Se aplicados os mesmos critérios usados para eleger uma mulher bonita, eles estariam longe do título de semideuses. Um bom exemplo para essa diferença no olhar está mensalmente nas páginas desta revista. Dos 182 ensaios femininos realizados pela Trip (irmã mais velha da Tpm) em 23 anos, apenas oito mulheres tinham mais de 30 anos. Em contraponto, 80% dos ensaios masculinos feitos pela Tpm em oito anos de revista foram com homens que já tinham completado três décadas – ou mais.

A partir da visão simplista de que ser magra e bela está ao alcance de todos, a censura aos que estão fora desse padrão passa a ser um preconceito socialmente aceito. Desde pequena você já sabe: “Não se nasce mulher, se aprende a ser mulher”. Sua mãe, indiretamente, parafraseou Simone de Beauvoir enquanto te presenteava com uma maquiagem de brinquedo ou com uma Barbie – representação absoluta do que é ser bela, leia-se magra, esguia e loira.

"Cansei de ser só a mais inteligente"- Astrid Fontenelle
Desde sempre, mulher é sinônimo de beleza. E, se você é feia, deixou um pouco de ser mulher. Parece até que a natureza não tem nada a ver com isso. E que ter olhos azuis, enfim, é uma questão de escolha. “O mérito atribuído à beleza tornou-se um dever moral. O fracasso não se deve mais a uma impossibilidade mais ampla, mas a uma incapacidade individual”, escreve Joana de Vilhena Novaes em seu livro O Intolerável Peso da Feiura. “Na mulher qualquer desleixo com a aparência é visto como incompetência. A feia é menos mulher, é como se faltasse alguma coisa. Faz parte do feminino aprender a ser bonita, a se cuidar”, completa.

O chavão “toda mulher gosta de se sentir bonita” não é nenhuma mentira. E o questionável, aqui, não é o prazer de cuidar da aparência – e sim quanto isso se tornou uma obrigação e, entre outras coisas, a causa direta de inúmeras doenças ligadas à imagem. Afinal, o modelo de beleza é único. E, se todo mundo pode ser bonita, magra e jovem se assim o quiser, por que o número de anoréxicas, obesas e insatisfeitas com a própria imagem não para de crescer?

Quando Astrid Fontenelle ainda estava na MTV, em meados de 1990, viu de perto uma mudança no padrão de beleza das apresentadoras. Os castings passaram a buscar meninas bonitas com alguma inteligência e certo charme. Astrid sempre soube não ser uma mulher linda. Sabia que era bonita, mas não dentro daquele padrão. “Vendo essa mudança acontecer, trabalhei para ser a mais carismática e inteligente do pedaço”, lembra. O que não quer dizer que a apresentadora não tenha se dobrado a alguns padrões da televisão. Ao longo dos anos, deixou os cabelos mais claros e lisos e ainda botou um aparelho dentário. “Cansei de ser só a mais inteligente. Aprendi a não ter medo de tentar ser mais bonita. Não pra parecer falsa ou mais jovem, mas pra me sentir melhor”, conta.

Antes de a indústria cinematográfica dar as cartas, ou seja, decretar o que é “uma linda mulher”, a literatura não definia exatamente tal coisa. Falava-se da elegância, da postura, das joias e das roupas, mas não ficava claro se os personagens eram loiros ou morenos, gordos ou magros. O máximo a que se chegava eram aos “pés e mãos pequenos”, das personagens de José de Alencar, e aos “olhos de ressaca” (que não se sabe exatamente o que significam), da Capitu de Machado de Assis. “A elegância feminina era sinônimo de beleza, então não havia essa obsessão por um padrão único. À medida que somos bombardeados por imagens, com o aparecimento das grandes divas do cinema, esses paradigmas vão se consolidando”, explica Mary Del Priore. Ou seja, quando se define o que é bonito, automaticamente tudo que é oposto passa a ser considerado feio.

Hebe Camargo está bem colocada no padrão “loira” e Gisele Bündchen no “alta e magra”. “Eleger mulheres louras como belas não deixa de ser masoquista. É uma loucura um país formado por crianças afrodescendentes ter animadoras de programas infantis que sejam 100% louras. Imagine o efeito que isso faz na autoestima dessas crianças”, finaliza Mary. Não só na autoestima de crianças e jovens, como na de mulheres que só enxergam beleza no que está nas capas da maioria das revistas.

É dos feios que elas gostam mais!
O nariz é grande e com cravos, a barriga saliente e as olheiras escorregam até o pescoço. Alguns têm barriga e orelha de abano. Mas são tão lindos. Não exatamente pela aparência, mas pelo olhar, inteligência, pelo jeito como dão uma coçadinha, de leve, na barba por fazer. Inspirada pelos feios mais lindos do planeta, Tpm fez um concurso informal para eleger homens que têm uma feiura cheia de poréns. O vencedor internacional foi o narigudo Adrien Brody, ganhador do Oscar em 2003 por sua atuação em O Pianista. No Brasil, Marcelo Camelo foi o mais citado. “Nunca me achei feio, assim feião, sabe? Todo mundo acostuma com a própria aparência e tende a se achar normal, nem bonito nem feio. Eu sou meio diferentão, mas sempre achei minha graça”, diz o músico, ex-vocalista e guitarrista da banda Los Hermanos. O ator José Wilker, também citado pelas leitoras que já passaram dos 30, sabe que beleza está além de um rosto bonito: “Talvez eu tenha sido eleito pelas coisas que falo, não pela minha beleza”, palpita.

Fonte: RevistaTPM

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

É verdade que os homens preferem as loiras?

De onde surgiu essa história de que os homens preferem as loiras? Não há nenhuma prova científica de que homens acham as mulheres loiras mais atraentes, mas pequisas apontam uma certa preferência para pessoas de cabelos mais claros desde o final da Era do Gelo, 11 mil anos atrás.

Um estudo do antropólogo canadense Peter Frost aponta que os homens da Era Glacial preferiam as mulheres loiras. Segundo o artigo publicado na revista científica Evolution and Human Behavior, ao final da Era Glacial, o norte da Europa sofria com a falta de homens, que morriam durante as caçadas.

Na disputa por parceiros, as mulheres loiras se destacavam porque eram minoria e seus cabelhos brilhavam e refletiam a luz do sol, segundo o antropólogo. O artigo de Frost argumenta ainda que mulheres de cabelos claros demoravam mais para aparentar a idade, sendo assim associadas a ideais de juventude e fertilidade, fatores primordiais quando os homens escolhiam uma parceira para reprodução.

Mas foi na década de 50 que a ideia de que as loiras eram preferidas tomou força, após o lançamento do filme “Os homens preferem as loiras“, estrelado por Marilyn Monroe. Foi também na década de 50 que surgiu a boneca Barbie, transformada em modelo de beleza em todo o mundo ocidental. E ela era loira “original” desde o começo.

Diversas pesquisas foram feitas para analisar o comportamento masculino e determinar se havia realmente uma preferência por mulheres de cabelos claros. Uma pesquisa da Conventry University pediu a 120 homens para descreverem as características de uma mesma modelo, como inteligência e popularidade. A modelo teve a nota mais baixa no quesito inteligência quando usava a peruca loira, mas teve o maior voto de popularidade.

Em um estudo da City University, de Londres, 468 homens tiveram de falar o que achavam sobre uma mesma modelo, que teve o cabelo modificado digitalmente nas tonalidades loira, morena e ruiva. Um total de 53% dos homens falaram que a modelo com o cabelo loiro era mais atraente, mas também afirmaram que a loira era a “menos inteligente” e mais fácil de ser abordada em uma paquera. Ou seja, o resultado não foi tão positivo para as loiras.

Na mesma pesquisa, dois terços dos homens responderam que a modelo com cabelo preto parecia ser mais estável e competente. A modelo com o cabelo loiro foi descrita como carente e dependente por 40% dos homens. Ou seja, apesar de os homens dos dias de hoje ainda acharem que as loiras são mais atraentes, outros fatores também são levados em conta na hora da atração, dando uma vantagem para as morenas.

Fonte: Galileu

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Miss Imperfeita

Eu não sirvo de exemplo para nada, mas, se você quer saber se isso é possível, me ofereço como piloto de testes. Sou a Miss Imperfeita, muito prazer. A imperfeita que faz tudo o que precisa fazer como boa profissional, mãe, filha e mulher que também sou: trabalho todos os dias, ganho minha grana, vou ao supermercado, decido o cardápio das refeições, cuido dos filhos, marido (se tiver), telefono sempre para minha mãe, procuro minhas amigas, namoro, viajo, vou ao cinema, pago minhas contas, respondo a toneladas de e mails, faço revisões no dentista, mamografia, caminho meia hora diariamente, compro flores para casa, providencio os consertos domésticos e ainda faço as unhas e depilação!

E, entre uma coisa e outra, leio livros.

Portanto, sou ocupada, mas não uma workholic.

Por mais disciplinada e responsável que eu seja, aprendi duas coisinhas que operam milagres.

Primeiro: a dizer NÃO.

Segundo: a não sentir um pingo de culpa por dizer NÃO. Culpa por nada, aliás.

Existe a Coca Zero, o Fome Zero, o Recruta Zero. Pois inclua na sua lista a Culpa Zero.

Quando você nasceu, nenhum profeta adentrou a sala da maternidade e lhe apontou o dedo dizendo que a partir daquele momento você seria modelo para os outros.

Seu pai e sua mãe acreditem, não tiveram essa expectativa: tudo o que desejaram é que você não chorasse muito durante as madrugadas e mamasse direitinho.

Você não é Nossa Senhora.

Você é, humildemente, uma mulher.

E, se não aprender a delegar, a priorizar e a se divertir, bye-bye vida interessante. Porque vida interessante não é ter a agenda lotada, não é ser sempre politicamente correta, não é topar qualquer projeto por dinheiro, não é atender a todos e criar para si a falsa impressão de ser indispensável. É ter tempo.

Tempo para fazer nada.

Tempo para fazer tudo.

Tempo para dançar sozinha na sala.

Tempo para bisbilhotar uma loja de discos.

Tempo para sumir dois dias com seu amor.

Três dias.

Cinco dias!

Tempo para uma massagem.

Tempo para ver a novela.

Tempo para receber aquela sua amiga que é consultora de produtos de beleza.

Tempo para fazer um trabalho voluntário.

Tempo para procurar um abajur novo para seu quarto.

Tempo para conhecer outras pessoas.

Voltar a estudar.

Para engravidar.

Tempo para escrever um livro que você nem sabe se um dia será editado.

Tempo, principalmente, para descobrir que você pode ser perfeitamente organizada e profissional sem deixar de existir.

Porque nossa existência não é contabilizada por um relógio de ponto ou pela quantidade de memorandos virtuais que atolam nossa caixa postal.

Existir, a que será que se destina?

Destina-se há ter o tempo a favor, e não contra.

A mulher moderna anda muito antiga. Acredita que, se não for super, se não for mega, se não for uma executiva ISO 9000, não será bem avaliada. Está tentando provar não-sei-o-quê para não-sei-quem.

Precisa respeitar o mosaico de si mesma, privilegiar cada pedacinho de si.

Se o trabalho é um pedação de sua vida, ótimo!

Nada é mais elegante, charmoso e inteligente do que ser independente.
Mulher que se sustenta fica muito mais sexy e muito mais livre para ir e vir. Desde que se lembre de separar alguns bons momentos da semana para usufruir essa independência, senão é escravidão, a mesma que nos mantinha trancafiadas em casa, espiando a vida pela janela.

Desacelerar tem um custo. Talvez seja preciso esquecer a bolsa Prada, o hotel decorado pelo Philippe Starck e o batom da M.A.C. Mas, se você precisa vender a alma ao diabo para ter tudo isso, francamente, está precisando rever seus valores.

E descobrir que uma bolsa de palha, uma pousadinha rústica à beira-mar e o rosto lavado (ok, esqueça o rosto lavado) podem ser prazeres cinco estrelas e nos dar uma nova perspectiva sobre o que é, afinal, uma vida interessante'

Texto na Revista do Jornal O Globo
Martha Medeiros - Jornalista e escritora

domingo, 8 de agosto de 2010

Solidão contente

O que as mulheres fazem quando estão com elas mesmas

Ontem eu levei uma bronca da minha prima. Como leitora regular desta coluna, ela se queixou, docemente, de que eu às vezes escrevo sobre “solidão feminina” com alguma incompreensão.

Ao ler o que eu escrevo, ela disse, as pessoas podem ter a impressão de que as mulheres sozinhas estão todas desesperadas – e não é assim. Muitas mulheres estão sozinhas e estão bem. Escolhem ficar assim, mesmo tendo alternativas. Saem com um sujeito lá e outro aqui, mas acham que nenhum deles cabe na vida delas. Nessa circunstância, decidem continuar sozinhas.

Minha prima sabe do que está falando. Ela foi casada muito tempo, tem duas filhas adoráveis, ela mesma é uma mulher muito bonita, batalhadora, independente – e mora sozinha.

Ontem, enquanto a gente tomava uma taça de vinho e comia uma tortilha ruim no centro de São Paulo, ela me lembrou de uma coisa importante sobre as mulheres: o prazer que elas têm de estar com elas mesmas.

“Eu gosto de cuidar do cabelo, passar meus cremes, sentar no sofá com a cachorra nos pés e curtir a minha casa”, disse a prima. “Não preciso de mais ninguém para me sentir feliz nessas horas”.

Faz alguns anos, eu estava perdidamente apaixonado por uma moça e, para meu desespero, ela dizia e fazia coisas semelhantes ao que conta a minha prima. Gostava de deitar na banheira, de acender velas, de ficar ouvindo música ou ler. Sozinha. E eu sentia ciúme daquela felicidade sem mim, achava que era um sintoma de falta de amor.

Hoje, olhando para trás, acho que não tinha falta de amor ali. Eu que era desesperado, inseguro, carente. Tivesse deixado a mulher em paz, com os silêncios e os sais de banho dela, e talvez tudo tivesse andado melhor do que andou.

Ontem, ao conversar com a minha prima, me voltou muito claro uma percepção que sempre me pareceu assombrosamente evidente: a riqueza da vida interior das mulheres comparada à vida interior dos homens, que é muito mais pobre.

A capacidade de estar só e de se distrair consigo mesma revela alguma densidade interior, mostra que as mulheres (mais que os homens) cultivam uma reserva de calma e uma capacidade de diálogo interno que muitos homens simplesmente desconhecem.

A maior parte dos homens parece permanentemente voltada para fora. Despeja seus conflitos interiores no mundo, alterando o que está em volta. Transforma o mundo para se distrair, para não ter de olhar para dentro, onde dói.

Talvez por essa razão a cultura masculina seja gregária, mundana, ruidosa. Realizadora, também, claro. Quantas vuvuzelas é preciso soprar para abafar o silêncio interior? Quantas catedrais para preencher o meu vazio? Quantas guerras e quantas mortes para saciar o ódio incompreensível que me consome?

A cultura feminina não é assim. Ou não era, porque o mundo, desse ponto de vista, está se tornando masculinizado. Todo mundo está fazendo barulho. Todo mundo está sublimando as dores íntimas em fanfarra externa. Homens e mulheres estão voltados para fora, tentando fervorosamente praticar a negligência pela vida interior – com apoio da publicidade.

Se todo mundo ficar em casa com os seus sentimentos, quem vai comprar todas as bugigangas, as beberagens e os serviços que o pessoal está vendendo por aí, 24 horas por dia, sete dias por semana? Tem de ser superficial e feliz. Gastando – senão a economia não anda.

Para encerrar, eu não acho que as diferenças entre homens e mulheres sejam inatas. Nós não nascemos assim. Não acredito que esteja em nossos genes. Somos ensinados a ser o que somos.

Homens saem para o mundo e o transformam, enquanto as mulheres mastigam seus sentimentos, bons e maus, e os passam adiante, na rotina da casa. Tem sido assim por gerações e só agora começa a mudar. O que virá da transformação é difícil dizer.

Mas, enquanto isso não muda, talvez seja importante não subestimar a cultura feminina. Não imaginar, por exemplo, que atrás de toda solidão há desespero. Ou que atrás de todo silêncio há tristeza ou melancolia. Pode haver escolha.

Como diz a minha prima, ficar em casa sem companhia pode ser um bom programa – desde que as pessoas gostem de si mesmas e sejam capazes de suportar os seus próprios pensamentos. Nem sempre é fácil.

IVAN MARTINS
É editor-executivo de ÉPOCA

terça-feira, 3 de agosto de 2010

terça-feira, 20 de julho de 2010

15 coisas que elas gostariam de que vocês soubessem‏

1º Elas gostam tanto ( ou mais ) de sexo quanto eles

2º O anúncio de que elas fizeram depilação é, na verdade, um convite ao sexo

3º Elas não querem que eles resolvam os problemas para elas... apenas que as escutem reclamar

4º elas adorariam que eles soubessem quando elas estão de TPM - sem que precisassem de anúncio - e que, nesse período, eles cedessem ás suas manhas

5º Quando elas perguntam se estão bonitas, elas não querem a opinam deles. elas querem o entusiasmo deles

6º Se uma mulher maravilhosa cruza o caminho de vocês, pode apostar que elas repararam na beleza da outra muito antes deles

7º Se elas comentarem com eles que acha uma mulher bonita, isso não o autoriza a tecer mil e um elogios à outra. contenham-se. na frente delas, a outra é, no máximo, "bonitinha"

8º Elas adorariam receber uma carta de amor escrita a mão

9º Elas detestam dividir a conta do restaurante

10º Jogo de futebol = Novela

11º Elas dizem que receber flores é cafona, mas adorariam receber algumas de vez em quando

12º Quando eles perguntam o que há de errado e elas respondem "nada", no fundo, elas querem que eles insistam na pergunta

13º Elas brigam para que eles não deixem roupa suja espalhada pela casa, mas, quando eles passam muito tempo fora, elas sentem uma falta danada da bagunça deles

14º elas adoram acordar com eles olhando para elas

15º Elas não ligam se eles ás vezes sai sozinho com seus amigos - desde quando voltem cedo para casa e deixe o celular ligado o tempo todo

Recebido por email. Não concordamos com todos mas com a maioria.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Por que, afinal, sentimos tanta culpa?

De acordo com o médico e escritor Moacyr Scliar, autor do livro “Enigma da Culpa” (Editora Objetiva), em que analisa aspectos históricos, religiosos e psicanalíticos da culpa, o sentimento “resulta da consciência de uma transgressão ou de um conflito inconsciente”. Segundo Scliar, existe um fator que aumenta a pressão e dificulta a liberação da culpa: a sociedade e o peso que ela dá às coisas. “Os códigos de conduta são muito rígidos. Padrões demasiado exigentes, seja no trabalho, nas relações pessoais, isso gera muitas frustrações. A pessoa não atinge aquilo acha que os outros esperam dela e sente-se automaticamente culpada”, diz.

No campo dos desejos e relacionamentos, a psicóloga Regina Navarro cita a repressão sexual como a principal causadora da culpa. Ela explica que, durante muito tempo, vendeu-se que a marca da feminilidade era não ter prazer no sexo. “Esse discurso foi tão forte que ainda ecoa hoje quando as mulheres se sentem culpadas por transar no primeiro encontro, por exemplo”, explica.

A psicóloga Ceres Alves Araújo explica que a pessoa geralmente sente culpa quando percebe (ou acha) que fez algo errado, algo que pode desagradar alguém. Para ela, a culpa sentida na maternidade, por exemplo, é uma das mais comuns. Mas alerta que algumas mães exageram e sentem uma culpa descabida, como, por exemplo, a sentida quando é preciso voltar ao trabalho depois do término da licença maternidade. “Algumas mulheres se sentem mais culpadas ainda quando percebem que têm prazer em trabalhar”, diz. O sentimento vem de uma imagem pré-concebida de que a mãe precisa estar presente o tempo todo na vida do filho. “A criança consegue sobreviver longe da mãe, necessita de pessoas cuidando dela, claro, mas nem sempre precisa ser a mãe. Aliás, é bom para criança perceber que a mãe vai e volta”, diz.

Sete ações para atenuar a culpa, segundo Moacyr Scliar

1. Não negar a culpa

2. Aprender a diferenciar a culpa real da culpa neurótica, originária do inconsciente

3. Aceitar, sem se envergonhar ou se culpar, as fantasias sexuais e desejos proibidos

4. Aprender a conviver com a criança que temos dentro de nós, que controla muitos de nossos pensamentos e atos

5. Reconhecer que, muitas vezes, traz-se do passado uma raiva que se transforma em crônica e destrutiva ruminação

6. Não deixar que a culpa nos torne manipuláveis – pelo cônjuge, pelos filhos, pelos amigos, pelos colegas de trabalho, pelo chefe, por líderes políticos, por quem quer que seja. A manipulação através da culpa é um processo que, invariavelmente, conduzirá ao desastre psicológico

7. Tudo isto pode ser resumido em uma única palavra: compreensão. “O “homem é o único ser capaz de sentir culpa”, disse o filósofo Martin Buber, acrescentando: “mas é também o único ser capaz de iluminar a sua culpa.” A culpa iluminada, a culpa compreendida, é a culpa domada. Para compreender sua culpa, a pessoa pode necessitar da ajuda de familiares, de amigos, de colegas - e também de um terapeuta.

Fonte: Delas.IG

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Estresse afeta libido da mulher

O estresse, a preocupação com os filhos e a falta de intimidade com o parceiro são responsáveis pela falta de desejo sexual entre as mulheres. Um levantamento feito a partir do histórico de pacientes do ambulatório de ginecologia do Hospital das Clínicas (HC), em São Paulo, aponta que 70% das mulheres procuraram o departamento para solucionar a falta de libido.


Os dados mostram que 90% dos casos são de origem psicológica. Segundo a coordenadora do ambulatório de sexualidade do HC, Elsa Gay, os problemas sexuais da mulher refletem conflitos de relacionamento e estresse no trabalho. "A perda do lado lúdico do sexo provoca essa falta de libido", afirma. Ela explica que o toque e o beijo são elementos importantes para uma vida sexual saudável.

"A mulher fica muito cansada. Ela exerce muitos papéis durante o dia e o sexo exige disposição", explica a coordenadora do projeto Afrodite, Carolina Ambrogini. No projeto, do ambulatório de sexualidade feminina da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), a falta de desejo sexual também é a principal reclamação. Cerca de 65% das pacientes procuram o ambulatório por esse motivo. Outras queixas frequentes são a dificuldade de atingir o orgasmo e dor durante a relação sexual.

A falta de libido é mais comum em mulheres mais velhas, mas são as mais novas que procuram ajuda. "Mulheres mais velhas acham que isso é natural. Mas muitas vezes pode ser reflexo de um problema físico", alerta a sexóloga e coordenadora do programa de estudos de sexualidade da Universidade de São Paulo (USP), Carmita Abdo. Para ela, por não terem preconceitos, as mulheres mais novas têm mais facilidade em tratar do assunto.

Carmita explica ainda que, para evitar disfunções sexuais e estimular o desejo, é importante que a mulher se conheça. "Ela deve estar bem informada, conhecer seu próprio corpo e não ter vergonha de dizer ao parceiro como é estimulada."

As informações são do Jornal da Tarde.

Retirado do UOL

terça-feira, 15 de junho de 2010

Beijo

O dia do beijo já passou mas essa matéria é bem interessante:

Saiba por que o beijo é tão importante para a mulher

Beijar significa fazer contato pela boca para expressar um sentimento. E as mulheres precisam muito mais desse estímulo do que os homens, já que é importante para harmonizar as emoções. Segundo a cultura tântrica, o beijo serve para aproximar o linga (órgão sexual masculino) da yoni (órgão sexual feminino).

Para melhorar o beijo, a mulher deve colocar a ponta da sua língua em contato com a lateral da língua do seu parceiro para que sua kundalini (energia vital sexual) ascenda. Isto também proporciona mais energia yang para que o homem elimine o mau karma, aumentando seu vigor de acordo com a mesma tradição milenar.

O lábio superior da mulher é uma área muito erógena, pois existe um canal nervoso sutil, que liga o palato (céu da boa) superior ao clitóris. Para os tântricos, este canal é conhecido como "nervo da sabedoria", semelhante a uma concha. Ao massagear esta área com a ponta dos dedos ou a ponta da língua ou mesmo com um beijo intenso, irá liberar a energia sexual, proporcionando estímulos agradáveis.

O Kama Sutra, livro de conteúdo erótico e instruções secretas, cuja leitura ensina as sessenta e quatro posições ou artes do sexo, explica que quando o homem morde delicadamente o lábio superior da sua parceira irá proporcionar mais rapidez para que ela atinja o orgasmo. Enquanto isso, ela pode brincar com o lábio inferior do homem, tornando o ato de amor muito mais prazeroso. Se a mulher respirar lentamente e comprimir sua yoni, fará com que o nervo seja continuamente estimulado.

Quem pratica o shiatsu, terapia manual japonesa que utiliza a pressão dos dedos para estimular o reequilíbrio energético, sabe que para embelezar o corpo deve-se massagear o lábio superior feminino para que seja liberada a energia sexual, estimulando os anseios sexuais.

O beijo, além de todos os benefícios eróticos e espirituais, também ajuda a emagrecer, de acordo com Richard Smith, autor de o livro Emagrecer Fazendo Sexo. Segundo ele, cada beijo comum representa dez calorias a menos; um beijo prolongado chega a queimar dezessete calorias. Portanto, lábios à obra e beijemos à vontade.

Curiosidades:

Filematologia é a ciência que se dedica ao estudo do beijo;
Foram catalogadas 484 maneiras de beijar;
O dia do beijo é comemorado em 13 de abril;
Filemafobia e filematofobia são nomes usados para indicar o medo do beijo.

Retirado do TERRA.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Listinha Básica para Solteiras

Aproveitando a minha atual fase de solteirice, achei uma lista com dicas extremamente úteis para as luluzinhas que estão na mesma situação e que pretendo seguir à risca.
As dez dicas são:

1. Viagem para o exterior.
2. Dose de egoísmo exacerbado.
3. Independência financeira.
4. Morar sozinha ou com uma amiga.
5. Ter brinquedinhos inusitados de estimação.
6. Permitir-se uma aventura de amor.
7. Escolher uma atividade física ou social para o seu bem.
8.Perseguir um sonho.
9. Tirar um dia para você.
10. Dançar como se ninguém estivesse olhando.

Mais sobre as dicas aqui.

quarta-feira, 12 de maio de 2010

O que excita as mulheres? Não, não é um homem nu


Mulheres! Vejam o esplendor da forma nua masculina: esbelta e poderosa, um milagre de músculos esculpidos, caminhando confiante pela areia ou alongando-se na sua frente em sua glória deslumbrante.

Pensando bem, talvez vocês prefiram outra coisa. Assim dizem os cientistas nas fronteiras da pesquisa em torno da eterna questão do que as mulheres acham erótico. A mais recente resposta parece ser: homens nus não ou ao menos não simplesmente homens nus.

"Para as mulheres heterossexuais, olhar para um homem nu caminhando na praia é tão excitante quanto ver uma paisagem", diz a pesquisadora Meredith Chivers em um novo documentário sobre bissexualidade chamado "Bi the Way", apresentado no festival de cinema de Nova York NewFest, no dia 6 de junho.

O que realmente importa para as mulheres, ao menos no ambiente artificial do estudo em que a voluntária assistia a filmes ligada intimamente e a um aparelho chamado photoplethysmograph, não é o gênero do ator, mas seu grau de sensualidade, disse Chivers. Ainda mais do que pessoas nuas fazendo exercícios, elas ficavam excitadas com vídeos de masturbação e mais ainda por vídeos gráficos de casais fazendo amor. Mulheres com mulheres, homens com homens, homens com mulheres: não importava muito para as mulheres, disse Chivers.

"As mulheres parecem fisicamente não diferenciar entre os sexos em suas respostas sexuais, ao menos as mulheres heterossexuais", disse ela. "Para as mulheres heterossexuais, o gênero não importa. Elas responderam ao nível de atividade".
O trabalho de Chivers acrescenta a um corpo crescente de evidências científicas que coloca a sexualidade feminina em uma continuidade entre a heterossexualidade e a homossexualidade, em vez de um fenômeno excludente. "Ela está assinalando o que é meio óbvio e ainda assim não explorado: que as mulheres são fluidas em sua sexualidade", disse uma das diretoras de "Bi the Way", Josephine Decker, em uma festa após a apresentação do filme em um bar de temática russa.

Os produtores de "Bi the Way" tiraram suas próprias conclusões. "O que começou com uma moda pode ter se tornado uma revolução. Mas, de qualquer forma, está claro que os jovens estão refazendo o mapa da sexualidade", disse a diretora Brittany Blockman no filme, que traça as peregrinações românticas de cinco membros da chamada Geração do Tantofaz.

"Você passa a vida procurando aquela pessoa", disse Ouzoonian, 29. "As genitais não devem importar tanto assim."

Normas, contudo, são coisas complicadas. Decker, 27, uma das diretoras do filme, parece um pouco envergonhada por sua experiência limitada.

Fonte NYTimes - restrito.